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11 de jul. de 2011

Seu José Ilan! Que decepção...

Há alguns dias escrevi aqui no blog sobre os palpites futebolísticos que o jornalista José Ilan, do site globoesporte.com, dá em seu blog, através do que ele nomeou #polvoilan. Contestei seus 'chutes' sem ofender, fazendo uma "classificação #polvoilan". Na tabela, comprovei que o jornalista erra a maioria de seus palpites, o que é normal.

Esperando uma resposta sobre a classificação furada, publiquei o post no Twitter. Obtive de José Ilan a seguinte frase: "Era só o que me faltava". Ok, não é obrigação do jornalista responder todos os seus replies no Twitter, muito menos procurar se defender de uma simples estatística que não leva a nada. Era só uma curiosidade que eu tinha.

Porém, durante o último jogo da seleção brasileira (contra o Paraguai, pela Copa América), o que era uma dúvida virou certeza: o jornalista da Globo não sabe se defender. E, como se isso não bastasse, procura ofender e menosprezar aqueles que o contestam e que o criticam.

Contexto
Mano Menezes escalou Jadson como titular. Contestado - por mim, inclusive - o ex-jogador do Atlético-PR também foi alvo das críticas de José Ilan, que publicou no Twitter:


Menosprezou o jogador de forma humorada. Para mim, sem problemas: era a sua opinião. Mas Jadson fez o primeiro gol do Brasil na Copa América e calou a minha boca. Mais do que isso, o gol do jogador fez com que parte dos paranaenses que seguem Ilan no Twitter - principalmente atleticanos, jornalistas e estudantes de jornalismo - retribuissem seu comentário sobre o Jadson da mesma forma: com humor. Mas isso o jornalista carioca, já com 40 anos, não aceitou.

O primeiro comentário para José Ilan que vi foi o do estudante de Jornalismo e repórter do noticiafc.com, Miguel Locatelli. No tweet, duas palavras após o gol do Jadson: "AQUELE ABRAÇO!". Suficiente para que o jornalista bloqueasse o estudante no Twitter. Decidi então argumentar com Ilan, dizendo que seu comportamento era deplorável, pois várias pessoas tomam como exemplo jornalistas renomados. A minha crítica também serviu para que o péssimo palpiteiro me bloqueasse.

Mas o que impressionou não foi apenas os bloqueios baseados em absolutamente nada, como também os comentários ofensivos do carioca a todos os que o contestaram. Entre eles, xingamentos como "jumento", "dejeto" e "camundongo" entravam nos tweets, bem como o posicionamento preconceituoso para com os seguidores e, também, para com o próprio Jadson.


José Ilan, ao invés de argumentar, preferiu se fazer um ser superior. Pensou talvez que, por trabalhar na Globo e possuir milhares de seguidores, tenha o direito de desrespeitar qualquer pessoa, em qualquer ocasião.

Aprendizado
O jornalista não merecia um post, mesmo que do meu simples e insignificante blog. Aliás, não merecia uma letra que o mencionasse. Porém, escrevi para que a atitude deste jornalista seja exemplo para nós, que acompanhamos as celebridades jornalísticas diariamente.

Embora não seja papel do jornalista e do comentarista aparecer, há quem queira (e não são poucos) fazer exatamente isso. Os astros estão no gramado. Os comentaristas e jornalistas ficam famosos à medida que vão se destacando em seu trabalho, é inevitável.

Mas existe aquele tipo que, assim como alguns jogadores, toma a fama como poder absoluto e superioridade total. Acha-se no direito de menosprezar qualquer um que diga: "Ei, fazer isso não é legal, cara." ou, simplesmente, "Discordo da sua opinião".

José Ilan, sem dúvida alguma, é exemplo para muitas pessoas. Com 40 anos de idade, poderia se esperar dele um comportamento ético e mais profissional. No mínimo, educado. Hoje continua sendo exemplo para mim: exemplo do que não deve ser seguido, tanto pessoalmente como profissionalmente.

Sinceramente, eu prefiro permanecer na minha modesta insignificância perante os astros arrogantes a me comportar como se comportou José Ilan.

20 de jun. de 2011

Classificação do Brasileirão após 5ª rodada, segundo #polvoilan

Falta apenas uma partida para o fechamento da 5ª rodada do Brasileirão 2011.
O São Paulo é lider isolado da competição, seguido de perto por Palmeiras, Corinthians e Figueirense. Na ponta de baixo da tabela, Atlético-PR e Avaí lutam contra a lanterna, e outros 6 clubes estão próximos à zona de rebaixamento.

É bom destacar que o Cruzeiro tem 3 pontos, enquanto que o Corinthians tem 10.
O América-MG tem 5, e o Avaí apenas 1.

No site globoesporte.com, o blogueiro José Ilan palpita a cada rodada quais clubes sairão vitoriosos ou derrotados (ou nem um, nem outro) através do #polvoilan. Tomei a liberdade de fazer um "e se" desses palpites.

E se o #polvoilan tivesse acertados todos os jogos, como ficaria a classificação do Brasileirão 2011?
Cruzeirenses agradeceriam.
O resultado está abaixo:


Grêmio = 13
Cruzeiro = 11
Botafogo = 10
Inter = 10
Atlético-MG = 9
Flamengo = 8
Palmeiras  = 8
Coritiba = 7
Fluminense = 7
Atlético-GO = 6
São Paulo = 6
Vasco = 6
Avaí = 5
Bahia = 5
Ceará = 5
Corinthians = 5 (um jogo a menos)
Figueirense = 3
Santos = 2 (um jogo a menos)
Atlético-PR = 1
América-MG = 0 


O líder, São Paulo, teria feito menos da metade dos pontos que já conquistou.
O Corinthians estaria próximo à zona do rebaixamento, e o Figueirense estaria nela.
Já o América-MG seria derrotado em todos os jogos.
E o Cruzeiro? Em segundo lugar!

Mas pra não dizer que está tudo errado, dois clubes possuem o mesmo número de pontos, tanto na realidade quanto na tabela do #polvoilan: Atlético-PR (1 ponto) e Bahia (5 pontos).

Tá na hora de calibrar os chutes, ein, José Ilan. Ou #polvoilan...

9 de jan. de 2010

Entrevista com Pedro Ken

Foto: Jéssica Tokarski
"Em 2009, na última coletiva de imprensa no Couto Pereira, antes da última partida do Coritiba no ano - o catastrófico jogo contra o Fluminense - o jogador Pedro Ken, agora no Cruzeiro, nos concedeu uma entrevista. Publico aqui, então, a entrevista realizada por Lucas Kotovicz (eu!) e Jéssica Tokarski, além da participação de Evelyn Betim."
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Pedro Ken Morimoto Moreira foi atleta do Coritiba Foot Ball Club desde criança. Começou sua carreira nas categorias de base e se tornou um dos melhores jogadores do clube. O atleta passou para o time profissional em 2006 quando jogou a série B. Em 2007, ainda pela segunda divisão, se tornou revelação do time que foi campeão e subiu para a série A. No ano de 2008, Pedro atuou apenas pelo Campeonato Paranaense, pois sofreu uma lesão grave e não pode jogar o Brasileirão. Em 2009 o jogador voltou a defender as cores do Coritiba e brilhar nos gramados brasileiros.

Em entrevista concedida, Pedro Ken fala sobre o início da sua carreira, sua relação com a torcida, companheiros e amigos. Também fala sobre os planos e expectativas para o futuro.


Como foi o início de sua carreira? Como você decidiu ser jogador de futebol?

Eu comecei a jogar futsal em 1994, com seis anos de idade, no Colégio Paranaense e, aos 10 anos, fui convidado pra jogar futebol de campo pelo Coritiba, vindo para cá (no Coritiba) através dos professores Miro e Aramis. Comecei no dente de leite e fui subindo de categoria. Passei por todas as fases da base aqui no Coritiba e acho que desde o momento que eu jogava futsal eu já sonhava em ser jogador.

Você teve dificuldade durante esse processo para chegar no profissional?
Sim, muita dificuldade. Todo mundo acha que ser jogador é fácil e ninguém sabe o que a gente passou. É uma competição muito grande, principalmente aqui no Brasil, que todo menino que nasce quer ser jogador. Então, pra você ter uma ideia, dos da minha idade, só eu que consegui chegar ao profissional. Então, é muito difícil.

Você mantém contato com o pessoal que subiu da categoria de base para o profissional junto com você, como o Keirrison, Marlos e Henrique? Como é sua relação com eles?
Mantenho contato. São meus amigos, a gente cresceu juntos e sempre que posso a gente está se falando, a gente está se ligando e trocando ideia. A gente passou por tudo sempre junto, então não é a distância que vai acabar com isso.

Como foi a experiência de ter ido para a seleção brasileira sub-20? Você pretende chegar à seleção como profissional?
Acho que é a experiência que todo jogador sonhe em ter, chegar numa seleção, estar entre os melhores do país no esporte, na profissão que você atua, principalmente sendo aqui no Brasil, que a concorrência, como eu falei, é muito grande. Foi uma experiência maravilhosa que eu pude ter e espero um dia chegar à seleção principal. É muito difícil, todo mundo sabe, mas a gente vive sonhando e quem sabe, um dia, chegar lá.

Foto: Lucas Kotovicz
Pedro Ken foi destaque do Coritiba na volta à série A em 2007. Chegou a ser sondado por vários clubes nacionais e internacionais, porém permanceceu no Coxa até o fim do ano passado, quando assinou contrato com o Cruzeiro.

Como é a experiência de jogar com o Marcelinho Paraíba, um veterano, que já esteve na seleção brasileira?

É muito bom, ele tem bastante coisa pra passar pra gente que somos mais novos. É um jogador rodado, experiente, já passou por isso (estar na seleção brasileira) e a gente vê nele uma carreira a ser seguida, pelas vitórias que ele teve e espero brilhar o mesmo com a minha.

Você pretende e se empolga com a idéia de ir para o exterior?
Sim, acho que todo mundo tem o sonho de jogar fora do país. Praticamente os melhores jogadores estão lá. É uma coisa diferente, uma cultura diferente. Você está vivendo uma vida totalmente diferente daqui do Brasil e eu sonho um dia em jogar em um time da Europa.

Qual a sua relação com a torcida do Coxa, já que você cresceu nesse time?
Minha relação é muito boa. Eu consegui viver tudo o que eu vivi na base, e depois subir para o profissional em um momento difícil do clube, e juntamente com a torcida, a gente conseguiu ser campeão brasileiro e voltar para a primeira divisão. Então o carinho foi muito grande e é recíproco. Todo o carinho que eles têm por mim eu tenho por eles e eu espero que seja assim durante muito tempo.

Mesmo agora, mudando de time, você acha que continuar igual sua relação com a torcida, assim como todo esse carinho?
Eu acho que sim, até porque eu estou saindo pela porta da frente. Estou saindo em comum acordo com o clube, então vai ser bom pra mim, vai ser bom pro clube e lógico que não vejo motivo nenhum pra torcida sentir alguma coisa de ruim contra mim, porque eu sempre dei meu melhor. Toda vez que eu entrei dentro de campo eu procurei representar tudo isso da melhor forma.

Quanto à lesão que você teve, como foi sua fase em que você ficou fora? Pra voltar a jogar, foi muito complicado? Como foi a sua recuperação? Você pensou que seu rendimento poderia não voltar a ser como antes depois que você se recuperasse?
É muito difícil. Só que viveu isso sabe do que eu estou falando. A carreira de jogador é curta, então ficar praticamente um ano fora conta como se fossem três, quatro anos de uma pessoa normal sem trabalhar. Então, imagina como que é. É difícil também não só a recuperação, mas quando você volta a jogar, até ter a confiança de novo, até voltar a jogar o que você jogava, demora um certo tempo. Você vive momentos difíceis, mas não pode perder a confiança e a perseverança. Tem que estar sempre acreditando porque uma hora as coisas voltam a acontecer para quem tem qualidade, para quem já viveu momentos bons.

11 de dez. de 2009

Sem explicação. Sem ânimo.

Na próxima segunda, então, postarei uma matéria relativa à influência que os grandes best-sellers da literatura estrangeira exercem sobre os jovens. Essa matéria tem participação dos estudantes Wiston Correia e Guilherme Freitas. A doutora em sociologia Katya Picanço discorre sobre o assunto.
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Agora, se alguém espera que eu escreva sobre os fatos ocorridos no Couto Pereira, no domingo, não se anime. Até porque eu não estou nada animado. A queda à série B foi a mínima das piores coisas que aocnteceram. Sobre o assunto, todos já tem informações mais que suficientes, seja pela mídia honesta ou do eixo totalmente maldito RJ-SP, seja através de torcedores, seja através da nossa querida diretoria alviverde, seja também da torcida organizada Império Alviverde. Até o Julião da Caveira decidiu falar. Cada um possui sã consciência e pode formular uma opinião à respeito. Adoraria ouvir e debater.

Uma colocação: o Coritiba não pode servir como "exemplo" a todo país. Se isso acontecer, está claro que é por causa da imagem brasileira na Copa 2014. Todas, TODAS as torcidas possuem vândalos e marginais. Se o que aconteceu com o Coritiba (duas quedas à série B em quatro anos, assim como vários outros erros de jogadores, comissão técnica e diretoria) tivesse acontecido com qualquer time, seja Atlético-PR, Corinthians, Palmeiras, Sport, Cruzeiro... podem ter certeza que o mesmo aconteceria em igual proporção, senão maior.

Terça-feira a Transamérica 100,3 - assim como outras rádios e, quissá, até TV - transmitirão ao vivo o julgamento do Coritiba no Rio de Janeiro.

Bom fim de semana a todos.

6 de dez. de 2009

Um resumo do Brasileirão deste ano.

Bom, amanhã é a "final" do Campeonato Brasileiro 2009, o mais eletrizante da era dos pontos corridos. Um campeonato no qual aconteceram várias coisas estranhas... Leia abaixo, na intensidade que foi esse Brasileirão.

O técnico Murici Ramalho saiu do São Paulo, depois de 3 anos sendo campeão brasileiro com o tricolor. O mesmo Murici assinou com o rival Palmeiras, que trouxe Obina, o "melhor que Eto", que não tava fazendo porcaria nenhuma no Flamengo. O Flamengo de Adriano - líder e, dentre os quatro que disputam a taça, com maior chance de título - tomou do Coritiba a maior goleada do campeonato, o Coxa que amanhã luta para não cair e que possui, até o momento, o craque do Brasileirão: Marcelinho Paraíba. Voltando pro Obina, ele chegou arrasando, fez gols, era o foda e... tentou quebrar a cara do seu companheiro de clube, Maurício, e acabou indo pro olho da rua. O Fluminense trouxe o Fred pra jogar. Que Fred? Sem Fred, o Flu já era considerado rebaixado, tava abaixo do pré-sal. Mas daí o Fred chegou, e o Flu arrancou. Chegou até na final da Sulamericana contra a LDU, mas aí... Bom, o assunto é o Brasileirão. Voltemos ao estado de São Paulo: o Corinthians trouxe o Ronaldo! UOW! Foi campeão da Copa do Brasil! UOW! Não saiu da décima colocação. Hum... Tá. E o Inter? Centenário do clube. Vice na Copa do Brasil, vice na Recopa Sulamericana e, até agora, vice no Brasileirão. Já pelos lados mineiros, o Atlético vinha no embalo, Diego Tardelli era o foda, vestiu a camisa da seleção, era o artilheiro, mas daí... O Cruzeiro também tentou, trouxe o Kleber, deu esperanças à torcida. Nadou, nadou, nadou...e não saiu da piscina (em BH não tem praia tá!). O Goiás também tava na briga pelo título, contratou o Fernandão, que só fez o goiano cair na tabela. O velhão Paulo Baier brilhou muito cobrando faltas no Atlético-PR, mas ta aí. Sulamericana? Consolo. Quem mandou bem foram Avaí e Barueri: surpresa total. O que não foi surpresa foi a aterrisagem na série B dos nordestinos Náutico e Sport. O Santo André tá na leva, pobre Marcelinho Carioca. O Botafogo teve uma sequencia de um mês... sem vencer. E o Santos? O Santos só acolheu o Luxemburgo, que nunca mais aparceu na mídia depois do Palmeiras. Por fim, encerro com Vitória (neutro) e Grêmio, que entra para essa última rodada com 7 reservas, tudo para continuar vendo o rival na segunda colocação.

Amanhã termina. Amanhã sairá o campeão e sairão (da elite do futebol brasileiro) os rebaixados.
Até.

22 de out. de 2009

Fifa 2010: 8 times brasileros 100% oficiais

Vai lá. Você, viciado em videogame, prefere jogar Fifa ao Pro Evolution Soccer justamente porque os todos os clubes são licenciados, inclusive os brasileiros? Então, para a versão 2010 do Fifa, pode ir tirando o cavalinho da chuva: foram licenciados apenas 8 (Atlético-MG, Atlético-PR, Botafogo, Coritiba, Cruzeiro, Flamengo, Palmeiras e São Paulo) dos 20 clubes brasileiros. Pelo menos vai dar pra fazer um clássico atletiba que se preze.

Corinthians x Santos, por exemplo, será: C. Paulistano x S. Litoral. Legal né?

Segundo o gerente de marketing da EA Brasil (Eletronic Arts Brasil), Jonathan Harris , há uma diferença entre a liga brasileira e todas as outras ligas do jogo. É preciso fazer um contrato com cada uma das equipes brasileiras, o que leva tempo. Ou seja, uma penação. Nos outros locais a EA contata diretamente as ligas. Por exemplo, fala com a Premier League, faz um contrato diretamente com eles e tem acesso aos direitos desses clubes, que pertencem, normalmente, às ligas. Porém, o Brasil não possui uma liga. A CBF tem direito apenas em relação ao Campeonato Brasileiro, e não aos clubes. Existe também o Clube dos 13, que até tem certo grau de representação e gerenciamento, mas não o suficiente para o licenciamento dos times.

Harris ainda cita o Internacional de Porto Alegre, que possui um contrato de exclusividade com a Konami (do Pro Evolution Soccer), recebendo uma grana absurdamente alta. Assim, fica impossível licenciar todos os clubes.

A Eletronic Arts alega que não houve tempo para o licenciamento de todos os times, pois a empresa encarregada desta burocracia mudou. Enfim, ninguém promete que no ano que vem seja tudo bonitinho. Afinal, a CBF sempre complica. Até o campeonato romeno foi incluso no jogo e é 100% oficial.

Pra ver a entrevista de Jonathan Harris na íntegra clique aqui ou acesse:
http://www.espacogamer.com/blog/?p=732 (Fonte: Trivela)

5 de out. de 2009

Teia de Esportes!

A Rádio Teia é a rádio laboratório da Universidade Positivo. Alunos dos mais do curso de Jornalismo da UP apresentam programas dos mais variados assuntos. A algum tempo entrou no ar o Teia de Esportes, programa realizado - em sua maioria - por alguns alunos do 2º Período do curso.

E a pergunta: e daí? Bom, alguns colegas que não tem o juízo no lugar me convidaram para ser comentarista do programa. Eu prontamente aceitei. Então, escutem aí povo! O programa não é de todo ruim, alguns dizem que até que é bom, por sinal. (Minha mãe, meu pai e os integrantes do programa adoram! Minha irmã ainda não tem opinião formada)

Então galera, segue link e programação do "Teia de Esportes"

TODAS AS SEGUNDAS - 18h às 19h
Apresentação: Diego Sarza e Juliano Zimmer
Comentários: Aline Reis e Lucas Kotovicz (Kotó)
Reportagens: Evelyn Bueno, Jéssica Vitória, Maria Carolina Lippi e Danilo Georgete

TODAS AS QUINTAS - 17h às 18h
Apresentação: Diego Sarza e Juliano Zimmer
Comentários: Aline Reis e Danilo Georgete
Reportagens: Juliane Moura, Maria Carolina Lippi e Mariana Sartori

Link para ouvir a rádio:
http://aplicacoes.up.edu.br/jornalismoexpresso/radio/radio.html

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