Pois então, eu to sem o que escrever.
Na verdade eu tenho bastante coisa pra publicar, mas to com preguiça de ficar revisando tudo.
Nessa semana eu fiz um Formspring (eu fiz porque o Mike Shinoda, do Linkin Park, fez um. Aí eu quis perguntar coisas pro Mike. Só por isso. Mas na real eu nem curto muito esse breguenaite). Então, quem quiser perguntar qualquer merda pra mim, ou qualquer coisa decente de verdade, por favor, acesse esse link abaixo:
http://www.formspring.me/lucaskotovicz
Eu também não paro de ouvir o A Thousand Suns, novo álbum do Linkin Park. Recomendo mesmo, porque é muito bom. Já comprei minha passagem pro show, junto com a @fabianac, o Gui Reis e a Gabi Portela.
Eu to tão na pira que faz duas noites seguintes que eu sonho com qualquer coisa relacionada ao Linkin Park (sendo que um sonho era o show propriamente dito)
E é isso.
Depois eu volto com coisas interessantes. Tchau.
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22 de set. de 2010
4 de ago. de 2010
SWU, o festival da sustentabilidade
Três dias de shows, 26 atrações nacionais e internacionais já confirmadas, entre as quais estão grandes nomes do cenário musical, como Linkin Park, Rage Against the Machine e Kings of Leon. Todos buscando conscientizar o maior número de pessoas em torno da sustentabilidade, tema discutido veemente pelos vários líderes mundiais e que se tornou quase obrigatório ser discutido e viabilizado nos diversos ramos empresariais.
Esse será o Festival SWU (Starts With You – Começa com Você), que ocorrerá entre os dias 9 e 11 de outubro na cidade de Itu, em São Paulo. Apesar disso tudo, há quem não goste.
Nos bastidores, um grande esforço para viabilizar um evento desta magnitude em território brasileiro está sendo feito. Para se ter ideia, o último grande festival ocorrido no Brasil foi o longínquo Rock in Rio, em 2001. De lá para cá, apenas grandes shows individuais, caso dos Rolling Stones, U2 e Iron Maiden. E apesar disso tudo, há quem continue não gostando.
A ideia inicial é do empresário Eduardo Fischer, e é muito boa. O assunto do momento é sustentabilidade (e continuará sendo por vários e vários anos, pois o “sinal vermelho” da Terra já acendeu e estamos demorando a percebê-lo). O objetivo do evento não é apenas divertir o maior número de pessoas, mas também conscientizá-las. Dizer, através do que elas gostam, algo como: “Caras! Vocês têm que fazer a sua parte para salvar o planeta!”. Mas, apesar de tudo isso, muitos continuam não gostando do SWU.
No final de cada um dos três parágrafos iniciais eu disse que há pessoas que não gostam desta ótima iniciativa. E este texto é destinado a elas.
Quem foi aos últimos Rock in Rio, e até mesmo aos shows das grandes bandas, certamente criticará. Com toda a certeza o SWU não levará nem 30% do público total do Rock in Rio, em 2001, mas devemos observar que naquele ano tínhamos um grau de exigência muito menor da que encontramos hoje, quanto à segurança dos espectadores.
Questões como capacidade, segurança, comodidade e área para deficientes físicos não eram prioritárias. O importante era colocar o maior número de gente possível, independente dos riscos. Para exemplificar, a mesma exigência de capacidade acontece nos estádios de futebol.
O Maracanã já chegou a comportar 194 mil espectadores em uma partida de futebol. Hoje, o número máximo do estádio é de 82 mil lugares. Não se pode mais reclamar do número de pessoas que assistirão o evento. Os tempos mudaram e trouxeram mais racionalização por parte de quem promove espetáculos.
Agora, entro no problema “bandas”. Após a confirmação de grandes nomes nacionais (Capital Inicial e Jota Quest), o mundo cibernético entrou em colapso depois de tantas reclamações. Infelizmente Raul Seixas, Legião Urbana e Cássia Eller já não estão mais entre nós.
Há quem reclame da falta de alguns nomes internacionais, como Rush e Red Hot Chili Peppers. Bandas deste porte obtêm muito mais vantagem em fazer um show fora de grandes festivais, pois, além da valorização da sua marca, não há a preocupação com a divisão de palcos (e de renda) com outras bandas.
Infelizmente, é impossível agradar a gregos e troianos. Cada pessoa tem seu gosto musical, e a organização do SWU fez o possível para trazer ao Brasil artistas de diferentes estilos.
E para trazer grandes nomes é preciso bancá-los. E aqui vem o questionamento sobre o preço dos ingressos. É caro, mas nada além do que poderia se esperar. Para assistir a um show do Rush, no Brasil, o preço do ingresso para a pista normal é de R$250. Para assistir a um dia do SWU, o preço da pista é de R$240.
Por fim, há sim quem reclame da postura sustentável a que o SWU se dedica. Simplesmente não tenho o que falar para essas pessoas. A sustentabilidade nada mais é do que foco de todas as nações e empresas que querem um mundo melhor para se viver, e que estão preocupadas com o rumo que o planeta pode levar. Nas atuais circunstâncias, a Terra não sobreviverá muito mais do que as previsões realizadas. É preciso mudar, e o SWU dedica-se a isto.
Esse será o Festival SWU (Starts With You – Começa com Você), que ocorrerá entre os dias 9 e 11 de outubro na cidade de Itu, em São Paulo. Apesar disso tudo, há quem não goste.
Nos bastidores, um grande esforço para viabilizar um evento desta magnitude em território brasileiro está sendo feito. Para se ter ideia, o último grande festival ocorrido no Brasil foi o longínquo Rock in Rio, em 2001. De lá para cá, apenas grandes shows individuais, caso dos Rolling Stones, U2 e Iron Maiden. E apesar disso tudo, há quem continue não gostando.
A ideia inicial é do empresário Eduardo Fischer, e é muito boa. O assunto do momento é sustentabilidade (e continuará sendo por vários e vários anos, pois o “sinal vermelho” da Terra já acendeu e estamos demorando a percebê-lo). O objetivo do evento não é apenas divertir o maior número de pessoas, mas também conscientizá-las. Dizer, através do que elas gostam, algo como: “Caras! Vocês têm que fazer a sua parte para salvar o planeta!”. Mas, apesar de tudo isso, muitos continuam não gostando do SWU.
No final de cada um dos três parágrafos iniciais eu disse que há pessoas que não gostam desta ótima iniciativa. E este texto é destinado a elas.
Quem foi aos últimos Rock in Rio, e até mesmo aos shows das grandes bandas, certamente criticará. Com toda a certeza o SWU não levará nem 30% do público total do Rock in Rio, em 2001, mas devemos observar que naquele ano tínhamos um grau de exigência muito menor da que encontramos hoje, quanto à segurança dos espectadores.
Questões como capacidade, segurança, comodidade e área para deficientes físicos não eram prioritárias. O importante era colocar o maior número de gente possível, independente dos riscos. Para exemplificar, a mesma exigência de capacidade acontece nos estádios de futebol.
O Maracanã já chegou a comportar 194 mil espectadores em uma partida de futebol. Hoje, o número máximo do estádio é de 82 mil lugares. Não se pode mais reclamar do número de pessoas que assistirão o evento. Os tempos mudaram e trouxeram mais racionalização por parte de quem promove espetáculos.
Agora, entro no problema “bandas”. Após a confirmação de grandes nomes nacionais (Capital Inicial e Jota Quest), o mundo cibernético entrou em colapso depois de tantas reclamações. Infelizmente Raul Seixas, Legião Urbana e Cássia Eller já não estão mais entre nós.
Há quem reclame da falta de alguns nomes internacionais, como Rush e Red Hot Chili Peppers. Bandas deste porte obtêm muito mais vantagem em fazer um show fora de grandes festivais, pois, além da valorização da sua marca, não há a preocupação com a divisão de palcos (e de renda) com outras bandas.
Infelizmente, é impossível agradar a gregos e troianos. Cada pessoa tem seu gosto musical, e a organização do SWU fez o possível para trazer ao Brasil artistas de diferentes estilos.
E para trazer grandes nomes é preciso bancá-los. E aqui vem o questionamento sobre o preço dos ingressos. É caro, mas nada além do que poderia se esperar. Para assistir a um show do Rush, no Brasil, o preço do ingresso para a pista normal é de R$250. Para assistir a um dia do SWU, o preço da pista é de R$240.
Por fim, há sim quem reclame da postura sustentável a que o SWU se dedica. Simplesmente não tenho o que falar para essas pessoas. A sustentabilidade nada mais é do que foco de todas as nações e empresas que querem um mundo melhor para se viver, e que estão preocupadas com o rumo que o planeta pode levar. Nas atuais circunstâncias, a Terra não sobreviverá muito mais do que as previsões realizadas. É preciso mudar, e o SWU dedica-se a isto.
18 de jun. de 2010
Linkin Park Live @ Brazil - October,11
Não precisa dizer mais nada né?
Não, o show será em Itú, São Paulo, e a previsão é que a banda entre no palco à meia-noite.
Fontes: G1, LinkinParkBr, Billboard, Kerrang....
30 de mai. de 2010
AmBev irá trazer Linkin Park para o Brasil?
Pois é isso que diz a reportagem de Camila Fusco, que irá sair na Revista Exame do dia 02/06/2010:
CERVEJA ON THE ROCK
Depois de associar sua imagem à seleção brasileira, ao Carnaval, a festivais de música eletrônica e à estrela da axé music Cláudia Leitte, a AmBev vai investir agora no rock'n'roll. A empresa vai usar a marca Antarctica Sub Zero para patrocinar shows de bandas internacionais em parecia com a empresa T4F, de Fernando Altério. Além do Aerosmith, atrações como Rush e Linkin Park devem vir ao Brasil, ainda neste ano, bancadas pela marca.
A nota só confirma as expectativas dos fãs depois de uma nota (e com ela vários comentários) no fansite do Linkin Park, o LP:Br:
[JUNHO/JULHO]
Acham que o 'mundo Linkin Park' está meio parado? Então recomendo que vocês comecem a se aquecer, pois a banda irá fazer uma coletiva de imprensa entre Junho e Julho para anunciar a nova turnê mundial, nome e data do lançamento do novo álbum.
E não é só isso, muitos de vocês devem estar perguntando "E o Linkin Park no Woodstock?"
Não terá Linkin Park no Woodstock... mas teremos muito melhor que isso. Aguardem.
http://linkinparkbr.com/noticias.php?subaction=showfull&id=1274281119&archive=&start_from=&ucat=&
Ficamos esperando uma confirmação!
CERVEJA ON THE ROCK
Depois de associar sua imagem à seleção brasileira, ao Carnaval, a festivais de música eletrônica e à estrela da axé music Cláudia Leitte, a AmBev vai investir agora no rock'n'roll. A empresa vai usar a marca Antarctica Sub Zero para patrocinar shows de bandas internacionais em parecia com a empresa T4F, de Fernando Altério. Além do Aerosmith, atrações como Rush e Linkin Park devem vir ao Brasil, ainda neste ano, bancadas pela marca.
A nota só confirma as expectativas dos fãs depois de uma nota (e com ela vários comentários) no fansite do Linkin Park, o LP:Br:
[JUNHO/JULHO]
Acham que o 'mundo Linkin Park' está meio parado? Então recomendo que vocês comecem a se aquecer, pois a banda irá fazer uma coletiva de imprensa entre Junho e Julho para anunciar a nova turnê mundial, nome e data do lançamento do novo álbum.
E não é só isso, muitos de vocês devem estar perguntando "E o Linkin Park no Woodstock?"
Não terá Linkin Park no Woodstock... mas teremos muito melhor que isso. Aguardem.
http://linkinparkbr.com/noticias.php?subaction=showfull&id=1274281119&archive=&start_from=&ucat=&
Ficamos esperando uma confirmação!
6 de out. de 2009
Pagodeiros amam rock.
Sentença absolutamente verdadeira.
Esta é a capa do terceiro álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight, lançado no dia 14 de Maio de 2007. Nas primeiras quatro semanas de lançamento o CD vendeu mais de 3,3 milhões de cópias em todo o mundo.

Agora, abaixo a capa de Sinais, lançado neste ano, quinto álbum de estúdio do grupo de pagode Sorriso Maroto. O CD já é o segundo álbum mais vendido dos pagodeiros, com 100 mil cópias até o momento.
Qualquer semelhança é mera coincidência?
Esta é a capa do terceiro álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight, lançado no dia 14 de Maio de 2007. Nas primeiras quatro semanas de lançamento o CD vendeu mais de 3,3 milhões de cópias em todo o mundo.

Agora, abaixo a capa de Sinais, lançado neste ano, quinto álbum de estúdio do grupo de pagode Sorriso Maroto. O CD já é o segundo álbum mais vendido dos pagodeiros, com 100 mil cópias até o momento.
Qualquer semelhança é mera coincidência?
2 de out. de 2009
Sexta-feira.
Finalmente
(o álbum vazou,
as fotos eu tirei,
sexta-feira chegou,
o trabalho eu terminei
e o Rio ganhou!)
1) Assim como o Enem, o primeiro álbum de Dead by Sunrise, banda paralela de Chester Bennington (vocalista do Linkin Park), vazou. O álbum - intitulado Out of Ashes - tem lançamento previsto para o próximo dia 13 de Outubro e já teve o primeiro single (Crawl Back In) lançado. Segundo Chester, em Dead by Sunrise há sentimentos dele que não poderiam entrar em um álbum do Linkin Park. Embora seja um projeto paralelo, o Linkin Park ainda está em primeiro plano para o vocalista e ele não pretende abandonar sua principal banda.

Enfim, o álbum soa bem, é legal. Tem toques de nu metal, rock mais melódico e segundo Chester, é sombrio. As letras falam de seus vícios e de sua recuperação, além dos seus últimos problemas amorosos. Enfim 2, eu diria que o álbum é melhor que o último álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight
2) Saí hoje durante 20 minutos para tirar as fotos para o trabalho que a professora Zaclís pediu. O trabalho deveria ser feito com base em alguns conceitos do livro A Câmara Clara, de Roland Barthes (livro este que não li, logo não respondi as questões sobre o mesmo na prova de Fotojornalismo. Mesmo assim, ainda pretendo lê-lo).

Consegui boas fotos, pois fui no cemitério que fica na frente da minha casa. Tenho boas lembranças de lá. Recordei de muitos momentos. É um local que eu gosto de visitar, que fica a alguns passos da minha casa, mas que nunca vou. Ah! Se eu pudesse, passava 1h por dia neste local misterioso e, ao mesmo tempo, acolhedor. Um local cheio de tristeza para os outros, mas que para mim é um local de alegrias. Em comum entre esses dois sentimentos, só a saudade.
É, consegui encontrar meu punctum.
3) Essa semana foi uma puta de uma semana estressante. Estou aguardando desde segunda pela sexta. Trabalhos, provas, aulas, manhã, noite, tarde. Daqui a algumas horas: end.
4) A base do meu dia hoje foi o trabalho da Elza sobre Gêneros na Publicidade. Não terminamos totalmente, mas logo logo encerraremos e entregaremos
5) Por fim: OLIMPÍADAS 2016 - RIO DE JANEIRO! Esperem e verão. Estarei lá como jornalista. É pra isso que estou estudando. E eu estarei lá! Vocês vão me ver ou ler meus textos e vão falar "Esse cara é foda, e eu conheço ele!" Lembrarei de todos vocês.
---------------------------------
A semana acabou
(finalmente).
(o álbum vazou,
as fotos eu tirei,
sexta-feira chegou,
o trabalho eu terminei
e o Rio ganhou!)
1) Assim como o Enem, o primeiro álbum de Dead by Sunrise, banda paralela de Chester Bennington (vocalista do Linkin Park), vazou. O álbum - intitulado Out of Ashes - tem lançamento previsto para o próximo dia 13 de Outubro e já teve o primeiro single (Crawl Back In) lançado. Segundo Chester, em Dead by Sunrise há sentimentos dele que não poderiam entrar em um álbum do Linkin Park. Embora seja um projeto paralelo, o Linkin Park ainda está em primeiro plano para o vocalista e ele não pretende abandonar sua principal banda.

Enfim, o álbum soa bem, é legal. Tem toques de nu metal, rock mais melódico e segundo Chester, é sombrio. As letras falam de seus vícios e de sua recuperação, além dos seus últimos problemas amorosos. Enfim 2, eu diria que o álbum é melhor que o último álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight
2) Saí hoje durante 20 minutos para tirar as fotos para o trabalho que a professora Zaclís pediu. O trabalho deveria ser feito com base em alguns conceitos do livro A Câmara Clara, de Roland Barthes (livro este que não li, logo não respondi as questões sobre o mesmo na prova de Fotojornalismo. Mesmo assim, ainda pretendo lê-lo).

Consegui boas fotos, pois fui no cemitério que fica na frente da minha casa. Tenho boas lembranças de lá. Recordei de muitos momentos. É um local que eu gosto de visitar, que fica a alguns passos da minha casa, mas que nunca vou. Ah! Se eu pudesse, passava 1h por dia neste local misterioso e, ao mesmo tempo, acolhedor. Um local cheio de tristeza para os outros, mas que para mim é um local de alegrias. Em comum entre esses dois sentimentos, só a saudade.
É, consegui encontrar meu punctum.
3) Essa semana foi uma puta de uma semana estressante. Estou aguardando desde segunda pela sexta. Trabalhos, provas, aulas, manhã, noite, tarde. Daqui a algumas horas: end.
4) A base do meu dia hoje foi o trabalho da Elza sobre Gêneros na Publicidade. Não terminamos totalmente, mas logo logo encerraremos e entregaremos
5) Por fim: OLIMPÍADAS 2016 - RIO DE JANEIRO! Esperem e verão. Estarei lá como jornalista. É pra isso que estou estudando. E eu estarei lá! Vocês vão me ver ou ler meus textos e vão falar "Esse cara é foda, e eu conheço ele!" Lembrarei de todos vocês.
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A semana acabou
(finalmente).
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