Três dias de shows, 26 atrações nacionais e internacionais já confirmadas, entre as quais estão grandes nomes do cenário musical, como Linkin Park, Rage Against the Machine e Kings of Leon. Todos buscando conscientizar o maior número de pessoas em torno da sustentabilidade, tema discutido veemente pelos vários líderes mundiais e que se tornou quase obrigatório ser discutido e viabilizado nos diversos ramos empresariais.
Esse será o Festival SWU (Starts With You – Começa com Você), que ocorrerá entre os dias 9 e 11 de outubro na cidade de Itu, em São Paulo. Apesar disso tudo, há quem não goste.
Nos bastidores, um grande esforço para viabilizar um evento desta magnitude em território brasileiro está sendo feito. Para se ter ideia, o último grande festival ocorrido no Brasil foi o longínquo Rock in Rio, em 2001. De lá para cá, apenas grandes shows individuais, caso dos Rolling Stones, U2 e Iron Maiden. E apesar disso tudo, há quem continue não gostando.
A ideia inicial é do empresário Eduardo Fischer, e é muito boa. O assunto do momento é sustentabilidade (e continuará sendo por vários e vários anos, pois o “sinal vermelho” da Terra já acendeu e estamos demorando a percebê-lo). O objetivo do evento não é apenas divertir o maior número de pessoas, mas também conscientizá-las. Dizer, através do que elas gostam, algo como: “Caras! Vocês têm que fazer a sua parte para salvar o planeta!”. Mas, apesar de tudo isso, muitos continuam não gostando do SWU.
No final de cada um dos três parágrafos iniciais eu disse que há pessoas que não gostam desta ótima iniciativa. E este texto é destinado a elas.
Quem foi aos últimos Rock in Rio, e até mesmo aos shows das grandes bandas, certamente criticará. Com toda a certeza o SWU não levará nem 30% do público total do Rock in Rio, em 2001, mas devemos observar que naquele ano tínhamos um grau de exigência muito menor da que encontramos hoje, quanto à segurança dos espectadores.
Questões como capacidade, segurança, comodidade e área para deficientes físicos não eram prioritárias. O importante era colocar o maior número de gente possível, independente dos riscos. Para exemplificar, a mesma exigência de capacidade acontece nos estádios de futebol.
O Maracanã já chegou a comportar 194 mil espectadores em uma partida de futebol. Hoje, o número máximo do estádio é de 82 mil lugares. Não se pode mais reclamar do número de pessoas que assistirão o evento. Os tempos mudaram e trouxeram mais racionalização por parte de quem promove espetáculos.
Agora, entro no problema “bandas”. Após a confirmação de grandes nomes nacionais (Capital Inicial e Jota Quest), o mundo cibernético entrou em colapso depois de tantas reclamações. Infelizmente Raul Seixas, Legião Urbana e Cássia Eller já não estão mais entre nós.
Há quem reclame da falta de alguns nomes internacionais, como Rush e Red Hot Chili Peppers. Bandas deste porte obtêm muito mais vantagem em fazer um show fora de grandes festivais, pois, além da valorização da sua marca, não há a preocupação com a divisão de palcos (e de renda) com outras bandas.
Infelizmente, é impossível agradar a gregos e troianos. Cada pessoa tem seu gosto musical, e a organização do SWU fez o possível para trazer ao Brasil artistas de diferentes estilos.
E para trazer grandes nomes é preciso bancá-los. E aqui vem o questionamento sobre o preço dos ingressos. É caro, mas nada além do que poderia se esperar. Para assistir a um show do Rush, no Brasil, o preço do ingresso para a pista normal é de R$250. Para assistir a um dia do SWU, o preço da pista é de R$240.
Por fim, há sim quem reclame da postura sustentável a que o SWU se dedica. Simplesmente não tenho o que falar para essas pessoas. A sustentabilidade nada mais é do que foco de todas as nações e empresas que querem um mundo melhor para se viver, e que estão preocupadas com o rumo que o planeta pode levar. Nas atuais circunstâncias, a Terra não sobreviverá muito mais do que as previsões realizadas. É preciso mudar, e o SWU dedica-se a isto.
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4 de ago. de 2010
4 de abr. de 2010
Gorillaz: de cemitério e gorilas para praia e gaivotas.
Li na Gazeta do Povo, em matéria cheia de elogios assinada por Juliana Girardi, que a banda virtual Gorillaz tinha lançado seu terceiro álbum em estúdio, demominado Plastic Beach. Cinco anos após o lançamento do tímido segundo álbum (Damon Days), Damon Albarn, criador de Gorillaz, decide mudar o conceito original de Gorillaz - sinistro e amendrotador, misturando o punk e o hip hop - e procura fazer um álbum mais suave e politicamente correto. O politicamente correto foi o lado bom da história, a suavidade quase que hawaiiana acabou com Gorillaz.
Uma das bandas sensação dos anos 2001 a 2003 estourou com Clint Eastwood. O vídeo-clipe da música, um dos mais vistos na MTV à época, já que Youtube nem sequer tinha sido pensado por seus criadores (aliás, o site de busca mais acessado era o Yahoo!), trazia gorilas roxos brotando das terras de um cemitério. Mas a música que mais ficaria conhecida seria 19-2000, talvez pelo clipe extremamente bem feito, talvez pelo refrão interpretado pela japonesa digital de 10 anos, Noodle, ou até mesmo pelo remix da música que fazia parte da trilha sonora do jogo para Playstation, Fifa Football 2002. Fato é que a notoriedade da inovadora banda digital fez com que seu primeiro álbum tivesse 7 milhões de cópias vendidas e mais algumas milhões de cópias falsificadas comercializadas.
A tão aguardada continuação do primeiro álbum veio apenas quatro anos depois. Mas Damon Days não agradou inteiramente os fãs. Feel Good Inc. se tornou o principal single daquele álbum, mas longe do sucesso estrondante de Clint Eastwood e 19-2000. O que de melhor veio foi a indicação da banda a cinco Grammys no ano de 2006, vencendo um deles (Melhor Colaboração Pop). Outra jogada perfeita foi a primeira aparição de 2-D, Murdoc, Russel e Noodle pela primeira vez em 3-D, ao vivo. Mas não passou disso.
Quando Gorillaz caiu mais uma vez no esquecimento do povo, veio Damon Albarn decidido a reerguer seu tão bem sucedido projeto. Parou por aí. Plastic Beach detona de vez com o conceito de amedrontador dos quatro membros digitais de Gorillaz e de seu próprio álbum lançado a nove anos. O bom instrumental seria perfeito para outra banda, exceto Gorillaz. A música que mais lembra os bons tempos é Superfast Jellyfish, animada até certo ponto (sem gaivotas e barulho do mar), foi a que mais me surpreendeu e a única que não me tentou a apertar o "next" do Windows Media Player. As promessas Empire Ants, To Binge e On Melancholy Hill deixam muita a desejar, esta última lembra até algo muito escutado e conhecido, mas o qual minha memória não consegue resgatar.
Não digo "Não percam seu tempo escutando Plastic Beach". Escutem e me digam se sou só eu que penso assim. Para mim, Plastic Beach serve para trilhas sonoras de documentários, reportagens do Fantástico e de Estrelas, mas quem por ventura escutar alguma parte de alguma música, nunca vai pode dizer "Estou escutando Gorillaz".
Para mim Gorillaz continua sendo banda de um álbum só, e de duas músicas de estrondoso sucesso. Se digo que há filmes que nunca deveriam ter continuação (Efeito Borboleta ou Avatar), há álbuns que também não deveriam ter, e o maior exemplo disto é Gorillaz.
O que surpreende positivamente em Plastic Beach não é a música, mas sim a divulgação das imagens dos quatro personagens, nas quais Noodle já não é mais a menininha alegrinha de 9 anos atrás, e sim uma adolescente com aspecto ousado e, agora, também de aspecto "assustador", assim como os outros três personagens. É bom saber que pelo menos os personagens não pararam no tempo. Eles cresceram. Quem não acompanhou a arte do desenhista dos quatro personagens de Gorillaz, o designer Jamie Hewlett, foi o próprio criador da música, Damon Albern.
31 de out. de 2009
Mas mexe, mexe que é bom!
Na última terça-feira, 27, fui à São Paulo em excursão pela Universidade Positivo gravar o Programa do Jô.

Logo que chegamos no estúdio gravamos a apresentação do barista e músico Christian Wolthers cantando a música "Rebola Brasil". Na boa, não curti a música, mas é algo que fica na nossa cabeça. Achei uma porcaria. Mas a entrevista de Wolthers acabou revelando-se a melhor das 7 realizadas no dia graças ao seu português gringo engraçado e seu jeito extrovertido e, por vezes, inocente de ser. Ah. o rap acapella dele é muito melhor que a música. Assim, todos estes faotres fizeram com que a atração daquele dia, Zezé di Camargo & Luciano, ficasse em segundo lugar.
Mas não fez com que os méritos da dupla fossem deixados de lado. Zezé e Luciano foram extremamente simpáticos com o público: tiraram foto com as fãs (que infelizmente ficaram atrás de mim na plateia), cantaram três músicas com a banda - sendo que em uma o Zezé foi para a galera! - e foram muito espontâneos na entrevista. Ao que parece, a fama não sobe - ou pouco sobe - a cabeça dos dois.
Segue o vídeo de "Mexe que é bom". Valeu a pena ter ido com a camisa do Coxa. Não só tive meus 8 segundos (porque acho que não chegou a 15) segundos de fama, como também fiz o que pude para divulgar meu time do coração.
A terceira melhor entrevista recebe este título não porque foi boa, mas porque o entrevistado era um velho tarado. Eleito o idoso mais bonito do Brasil, Laudemiro Ribeiro Miro de Souza mostrou porque sua ex-mulher achava que ele tinha uma amante em cada esquina.
As mais de 4h dentro do estúdio cansaram o público, e as outras entrevistas não foram lá aquelas coisas. O Jô entrevistou também Ives Gandra da Silva Martins, escritor e advogado chato (mas que falou de assuntos relevantes quanto à política), um especialista em poker e os carai cujo nome não lembro, uma sexóloga (a qual também não lembro o nome) que não tinha explicação para nada e que estava muito nervosa ao conceder a entrevista e Alexandre Delgado, simpático coordenador da equipe de resgate do Rio de Janeiro.
Destas, apenas três entrevistas ainda não foram ao ar. Os programas que já foram ao ar foram exibidos nos dias 27 e 30 de Outubro. Você pode conferir as entrevistas no Youtube ou no canal do Programa do Jô no site da Globo Vídeos.
Mais alguns comentários: deixo aqui minha indignação ao Bira, que não estava presente por estar com intoxicação alimentar ou gripe suína, um dos dois (sacanagem =/). O baterista também não estava presente, pois estava com o outro problema de saúde citado. Todavia, deixo aqui minha admiração ao Madruga, famoso contra-regra: tirou foto com absolutamente todo mundo da plateia que pediu.
O sexteto é incrivelmente foda, mandam muito, mas muito bem. Não param de tocar um minuto, inclusive nos intervalos de gravações, o que faz com que a guria que manda lá chame a atenção deles a todo momento, como se fossem crianças. É sério. Achei o guitarrista Tomati intrigante. Um palhaço, mas que não olha nunca para os entrevistados, muito pelo contrário: ele olha o tempo inteiro para a plateia e, em raras ocasiões, para os monitores que transmitem a gravação. Ao meu ver, fica analisando o comportamento das pessoas ao ver a entrevista.
Sexteto completo em outro dia de gravação. A guria de preto no canto esquerdo com o fone é a tal manda-chuva do programa.
(Foto: Guilherme Ramos)
Por fim, o cara, Jô Soares. Agradeceu a plateia e tudo mais, é engraçado, foi simpático mas... sempre tem um mas. Notei nele um tom arrogante, do tipo: quero terminar logo essa gravação, porra! Fora isso, conduziu muito bem as entrevistas. Anos de experiência no assunto o fazem um expert. Não posso criticá-lo, ele é foda. Mas [2], deu um bola fora com Zezé di Camargo & Luciano: não assistiu o filme da dupla e, assim, como todos os que não viram o filme, pensou que o Luciano era o irmão que também come ovo. Acontece.

Logo que chegamos no estúdio gravamos a apresentação do barista e músico Christian Wolthers cantando a música "Rebola Brasil". Na boa, não curti a música, mas é algo que fica na nossa cabeça. Achei uma porcaria. Mas a entrevista de Wolthers acabou revelando-se a melhor das 7 realizadas no dia graças ao seu português gringo engraçado e seu jeito extrovertido e, por vezes, inocente de ser. Ah. o rap acapella dele é muito melhor que a música. Assim, todos estes faotres fizeram com que a atração daquele dia, Zezé di Camargo & Luciano, ficasse em segundo lugar.
Mas não fez com que os méritos da dupla fossem deixados de lado. Zezé e Luciano foram extremamente simpáticos com o público: tiraram foto com as fãs (que infelizmente ficaram atrás de mim na plateia), cantaram três músicas com a banda - sendo que em uma o Zezé foi para a galera! - e foram muito espontâneos na entrevista. Ao que parece, a fama não sobe - ou pouco sobe - a cabeça dos dois.
Segue o vídeo de "Mexe que é bom". Valeu a pena ter ido com a camisa do Coxa. Não só tive meus 8 segundos (porque acho que não chegou a 15) segundos de fama, como também fiz o que pude para divulgar meu time do coração.
A terceira melhor entrevista recebe este título não porque foi boa, mas porque o entrevistado era um velho tarado. Eleito o idoso mais bonito do Brasil, Laudemiro Ribeiro Miro de Souza mostrou porque sua ex-mulher achava que ele tinha uma amante em cada esquina.
As mais de 4h dentro do estúdio cansaram o público, e as outras entrevistas não foram lá aquelas coisas. O Jô entrevistou também Ives Gandra da Silva Martins, escritor e advogado chato (mas que falou de assuntos relevantes quanto à política), um especialista em poker e os carai cujo nome não lembro, uma sexóloga (a qual também não lembro o nome) que não tinha explicação para nada e que estava muito nervosa ao conceder a entrevista e Alexandre Delgado, simpático coordenador da equipe de resgate do Rio de Janeiro.
Destas, apenas três entrevistas ainda não foram ao ar. Os programas que já foram ao ar foram exibidos nos dias 27 e 30 de Outubro. Você pode conferir as entrevistas no Youtube ou no canal do Programa do Jô no site da Globo Vídeos.
Mais alguns comentários: deixo aqui minha indignação ao Bira, que não estava presente por estar com intoxicação alimentar ou gripe suína, um dos dois (sacanagem =/). O baterista também não estava presente, pois estava com o outro problema de saúde citado. Todavia, deixo aqui minha admiração ao Madruga, famoso contra-regra: tirou foto com absolutamente todo mundo da plateia que pediu.
O sexteto é incrivelmente foda, mandam muito, mas muito bem. Não param de tocar um minuto, inclusive nos intervalos de gravações, o que faz com que a guria que manda lá chame a atenção deles a todo momento, como se fossem crianças. É sério. Achei o guitarrista Tomati intrigante. Um palhaço, mas que não olha nunca para os entrevistados, muito pelo contrário: ele olha o tempo inteiro para a plateia e, em raras ocasiões, para os monitores que transmitem a gravação. Ao meu ver, fica analisando o comportamento das pessoas ao ver a entrevista.
Sexteto completo em outro dia de gravação. A guria de preto no canto esquerdo com o fone é a tal manda-chuva do programa.(Foto: Guilherme Ramos)
Por fim, o cara, Jô Soares. Agradeceu a plateia e tudo mais, é engraçado, foi simpático mas... sempre tem um mas. Notei nele um tom arrogante, do tipo: quero terminar logo essa gravação, porra! Fora isso, conduziu muito bem as entrevistas. Anos de experiência no assunto o fazem um expert. Não posso criticá-lo, ele é foda. Mas [2], deu um bola fora com Zezé di Camargo & Luciano: não assistiu o filme da dupla e, assim, como todos os que não viram o filme, pensou que o Luciano era o irmão que também come ovo. Acontece.
29 de out. de 2009
Uma semana de atualizações.
Buenas! Bom, assunto pra postar no blog eu tive de monte, mas tempo para isso eu quase não tive.
Enfim. Fiquei afastado do blog devido à uma viagem realizada para São Paulo/SP entre segunda e quarta-feira. Fui, em excursão pela Universidade Positivo, visitar o encantador Museu da Língua Portuguesa e, depois, gravar dois Programa's do Jô. Sobre isso, falarei mais tarde, talvez na segunda, mas adianto que as melhores entrevistas foram da dupla Zezé di Camargo & Luciano e de um dinamarquês brasileiro músico especialista em café.
Modelo posando para foto em frente à Estação Luz.
(A ideia era colocar uma foto dentro do estúdio da Globo, mas ainda não obtive acesso a tais fotos)
Antes disso, no domingo, 25, fui a um dos melhores atletibas da minha vida. Um puta de um jogo tesão. Pobre amor, que foi ao Couto para ver o time perder. O melhor foi que o gol da vitória saiu no final, logo ficamos um tempo no estádio comemorando. Antes disso os torcedores dos dois times tiveram seus momentos de comemoração, afinal as duas equipes ficaram na frente. Detsaco também a festa maravilhosa que a torcida alviverde proporcionou. VAMOS EM BUSCA DA VITÓRIA!
Por ficar algum tempo sem contato com notícias de qualquer gênero, ontem meu amigo Douglas, que faz Economia na UFPR comigo, contou-me sobre o pronunciamento do nosso digníssimo governador Roberto Requião, no qual o mesmo acabou relacionando o número de homens que possuem câncer de mama com o aumento de homossexuais.
Por fim, semana passada tirei umas fotos bem legais aqui na frente de casa. As postarei no meio da semana que vem.
Enfim. Fiquei afastado do blog devido à uma viagem realizada para São Paulo/SP entre segunda e quarta-feira. Fui, em excursão pela Universidade Positivo, visitar o encantador Museu da Língua Portuguesa e, depois, gravar dois Programa's do Jô. Sobre isso, falarei mais tarde, talvez na segunda, mas adianto que as melhores entrevistas foram da dupla Zezé di Camargo & Luciano e de um dinamarquês brasileiro músico especialista em café.
Modelo posando para foto em frente à Estação Luz. (A ideia era colocar uma foto dentro do estúdio da Globo, mas ainda não obtive acesso a tais fotos)
Antes disso, no domingo, 25, fui a um dos melhores atletibas da minha vida. Um puta de um jogo tesão. Pobre amor, que foi ao Couto para ver o time perder. O melhor foi que o gol da vitória saiu no final, logo ficamos um tempo no estádio comemorando. Antes disso os torcedores dos dois times tiveram seus momentos de comemoração, afinal as duas equipes ficaram na frente. Detsaco também a festa maravilhosa que a torcida alviverde proporcionou. VAMOS EM BUSCA DA VITÓRIA!
Por ficar algum tempo sem contato com notícias de qualquer gênero, ontem meu amigo Douglas, que faz Economia na UFPR comigo, contou-me sobre o pronunciamento do nosso digníssimo governador Roberto Requião, no qual o mesmo acabou relacionando o número de homens que possuem câncer de mama com o aumento de homossexuais.
Por fim, semana passada tirei umas fotos bem legais aqui na frente de casa. As postarei no meio da semana que vem.
20 de out. de 2009
Fãs do Black Eyed Peas mostram que nada é impossível
Há pouco mais de um mês os fãs do Black Eyed Peas promoveram o maior flash mob da história.
Tá, e você me pergunta: que porra é essa? Flash mob nada mais é do que uma aglomeração de pessoas, em um local público, a qual irá realizar um ato combinado ou ensaiado.
O evento foi realizado para comemorar a passagem da 24ª temporada do programa The Oprah Winfrey Show, o "talk show" com maior audiência da televisão americana, e Black Eyed Peas era a banda convidada. E o que as mais de 20 mil pessoas presentes fizeram na Avenida Michigan, Chicago, foi extraordinário. Bom, assistam ao vídeo:
Depois da apresentação o líder do Black Eyed Peas, Will.i.am, contou que reuniu 800 fãs para ensinar a coreografia, e que esses 800 fãs passaram adiante a coreografia para as outras 20 mil pessoas. Como eles fizeram isso? Não sei.
O que essas pessoas mostraram foi algo que antes era inacreditável. Antes, porque agora aconteceu, foi filmado, todo mundo viu. É impressionante como fãs de um grupo musical se agarram a um objetivo e o tornam possível com um extraordinário empenho. O que vemos no vídeo não é um grupo especializado em dança, e sim pessoas de diferentes características físicas, diferentes aptidões, diferentes estilos. São 20 mil pessoas, nenhuma igual a outra. Se é difícil alcançar uma sincronia entre 10 pessoas para uma apresentação de jazz, por exemplo, imaginem pelo que passaram essas milhares de pessoas.
Concluindo: paguei pau.
_______________
Agradecimento ao Raul, parceiro de UFPR, que postou esse vídeo na comunidade do M4E.
Tá, e você me pergunta: que porra é essa? Flash mob nada mais é do que uma aglomeração de pessoas, em um local público, a qual irá realizar um ato combinado ou ensaiado.
O evento foi realizado para comemorar a passagem da 24ª temporada do programa The Oprah Winfrey Show, o "talk show" com maior audiência da televisão americana, e Black Eyed Peas era a banda convidada. E o que as mais de 20 mil pessoas presentes fizeram na Avenida Michigan, Chicago, foi extraordinário. Bom, assistam ao vídeo:
Depois da apresentação o líder do Black Eyed Peas, Will.i.am, contou que reuniu 800 fãs para ensinar a coreografia, e que esses 800 fãs passaram adiante a coreografia para as outras 20 mil pessoas. Como eles fizeram isso? Não sei.
O que essas pessoas mostraram foi algo que antes era inacreditável. Antes, porque agora aconteceu, foi filmado, todo mundo viu. É impressionante como fãs de um grupo musical se agarram a um objetivo e o tornam possível com um extraordinário empenho. O que vemos no vídeo não é um grupo especializado em dança, e sim pessoas de diferentes características físicas, diferentes aptidões, diferentes estilos. São 20 mil pessoas, nenhuma igual a outra. Se é difícil alcançar uma sincronia entre 10 pessoas para uma apresentação de jazz, por exemplo, imaginem pelo que passaram essas milhares de pessoas.
Concluindo: paguei pau.
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Agradecimento ao Raul, parceiro de UFPR, que postou esse vídeo na comunidade do M4E.
6 de out. de 2009
Pagodeiros amam rock.
Sentença absolutamente verdadeira.
Esta é a capa do terceiro álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight, lançado no dia 14 de Maio de 2007. Nas primeiras quatro semanas de lançamento o CD vendeu mais de 3,3 milhões de cópias em todo o mundo.

Agora, abaixo a capa de Sinais, lançado neste ano, quinto álbum de estúdio do grupo de pagode Sorriso Maroto. O CD já é o segundo álbum mais vendido dos pagodeiros, com 100 mil cópias até o momento.
Qualquer semelhança é mera coincidência?
Esta é a capa do terceiro álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight, lançado no dia 14 de Maio de 2007. Nas primeiras quatro semanas de lançamento o CD vendeu mais de 3,3 milhões de cópias em todo o mundo.

Agora, abaixo a capa de Sinais, lançado neste ano, quinto álbum de estúdio do grupo de pagode Sorriso Maroto. O CD já é o segundo álbum mais vendido dos pagodeiros, com 100 mil cópias até o momento.
Qualquer semelhança é mera coincidência?
3 de out. de 2009
VMB: Vergonha da Música Brasileira
Premiações.Vamos lá.Em vermelho: TRISTE FIM
Em verde: os que salvam
Artista do ano: Fresno
Videoclipe do ano: Skank - Sutilmente
Hit do ano: NX Zero - Cartas para Você
Melhor show: Os Paralamas do Sucesso
Revelação: Cine
Web Hit do ano: Seminovos - Escolha já seu nerd
Melhor vocalista: Lucas (Fresno)
Filme ou documentário musical: Titãs - A Vida Até Parece uma Festa
Pop: Fresno
Realmente a cultura emo e lucrativa tomou conta do Brasil. Acústico dos Titãs, Vamo Batê Lata (Os Paralamas do Sucesso) ou O Samba Poconé (Skank) são álbuns hoje ouvidos tristemente pelos que no passado pensavam que a música brasileira só tenderia à evolução. Ledo engano. A MPB está esquecida. O rock, perdido. Não é a toa que os verdadeiros admiradores de música preferem atualmente as bandas internacionais. E olhem que o papo é sobre pop/rock. Colocar a música sertaneja nesse texto, por exemplo, só iria piorar as coisas.
Ah! Bons eram aqueles tempos de Los Hermanos, de Mamonas Assassinas, de (até mesmo) Raimundos. Detonautas ou do CPM22. Bons tempos aqueles, onde o que tocava na rádio era música. Música essa que vigora na lembrança e nos CDs cheios de pó perdidos nas prateleiras. Bons tempos eram aqueles em que os músicos faziam músicas para expressar uma opinião, expressar um sentimento verdadeiro, e não apenas para querer a glória e a fama. É. Eram bons aqueles tempos em que os músicos não eram vendidos.
Saudade de ouvir Chorão cantando "deixe viver, deixe ficar. Deixe estar como está". Ou da Pitty com seu admirável chip novo. Cazuza, Caetano, Capital, Cássia Eller. Tim Maia e Tom Jobim.
Já diria Renato Russo: os bons morrem jovens. No sentido não-literal e literal da frase.
2 de out. de 2009
Sexta-feira.
Finalmente
(o álbum vazou,
as fotos eu tirei,
sexta-feira chegou,
o trabalho eu terminei
e o Rio ganhou!)
1) Assim como o Enem, o primeiro álbum de Dead by Sunrise, banda paralela de Chester Bennington (vocalista do Linkin Park), vazou. O álbum - intitulado Out of Ashes - tem lançamento previsto para o próximo dia 13 de Outubro e já teve o primeiro single (Crawl Back In) lançado. Segundo Chester, em Dead by Sunrise há sentimentos dele que não poderiam entrar em um álbum do Linkin Park. Embora seja um projeto paralelo, o Linkin Park ainda está em primeiro plano para o vocalista e ele não pretende abandonar sua principal banda.

Enfim, o álbum soa bem, é legal. Tem toques de nu metal, rock mais melódico e segundo Chester, é sombrio. As letras falam de seus vícios e de sua recuperação, além dos seus últimos problemas amorosos. Enfim 2, eu diria que o álbum é melhor que o último álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight
2) Saí hoje durante 20 minutos para tirar as fotos para o trabalho que a professora Zaclís pediu. O trabalho deveria ser feito com base em alguns conceitos do livro A Câmara Clara, de Roland Barthes (livro este que não li, logo não respondi as questões sobre o mesmo na prova de Fotojornalismo. Mesmo assim, ainda pretendo lê-lo).

Consegui boas fotos, pois fui no cemitério que fica na frente da minha casa. Tenho boas lembranças de lá. Recordei de muitos momentos. É um local que eu gosto de visitar, que fica a alguns passos da minha casa, mas que nunca vou. Ah! Se eu pudesse, passava 1h por dia neste local misterioso e, ao mesmo tempo, acolhedor. Um local cheio de tristeza para os outros, mas que para mim é um local de alegrias. Em comum entre esses dois sentimentos, só a saudade.
É, consegui encontrar meu punctum.
3) Essa semana foi uma puta de uma semana estressante. Estou aguardando desde segunda pela sexta. Trabalhos, provas, aulas, manhã, noite, tarde. Daqui a algumas horas: end.
4) A base do meu dia hoje foi o trabalho da Elza sobre Gêneros na Publicidade. Não terminamos totalmente, mas logo logo encerraremos e entregaremos
5) Por fim: OLIMPÍADAS 2016 - RIO DE JANEIRO! Esperem e verão. Estarei lá como jornalista. É pra isso que estou estudando. E eu estarei lá! Vocês vão me ver ou ler meus textos e vão falar "Esse cara é foda, e eu conheço ele!" Lembrarei de todos vocês.
---------------------------------
A semana acabou
(finalmente).
(o álbum vazou,
as fotos eu tirei,
sexta-feira chegou,
o trabalho eu terminei
e o Rio ganhou!)
1) Assim como o Enem, o primeiro álbum de Dead by Sunrise, banda paralela de Chester Bennington (vocalista do Linkin Park), vazou. O álbum - intitulado Out of Ashes - tem lançamento previsto para o próximo dia 13 de Outubro e já teve o primeiro single (Crawl Back In) lançado. Segundo Chester, em Dead by Sunrise há sentimentos dele que não poderiam entrar em um álbum do Linkin Park. Embora seja um projeto paralelo, o Linkin Park ainda está em primeiro plano para o vocalista e ele não pretende abandonar sua principal banda.

Enfim, o álbum soa bem, é legal. Tem toques de nu metal, rock mais melódico e segundo Chester, é sombrio. As letras falam de seus vícios e de sua recuperação, além dos seus últimos problemas amorosos. Enfim 2, eu diria que o álbum é melhor que o último álbum do Linkin Park, Minutes to Midnight
2) Saí hoje durante 20 minutos para tirar as fotos para o trabalho que a professora Zaclís pediu. O trabalho deveria ser feito com base em alguns conceitos do livro A Câmara Clara, de Roland Barthes (livro este que não li, logo não respondi as questões sobre o mesmo na prova de Fotojornalismo. Mesmo assim, ainda pretendo lê-lo).

Consegui boas fotos, pois fui no cemitério que fica na frente da minha casa. Tenho boas lembranças de lá. Recordei de muitos momentos. É um local que eu gosto de visitar, que fica a alguns passos da minha casa, mas que nunca vou. Ah! Se eu pudesse, passava 1h por dia neste local misterioso e, ao mesmo tempo, acolhedor. Um local cheio de tristeza para os outros, mas que para mim é um local de alegrias. Em comum entre esses dois sentimentos, só a saudade.
É, consegui encontrar meu punctum.
3) Essa semana foi uma puta de uma semana estressante. Estou aguardando desde segunda pela sexta. Trabalhos, provas, aulas, manhã, noite, tarde. Daqui a algumas horas: end.
4) A base do meu dia hoje foi o trabalho da Elza sobre Gêneros na Publicidade. Não terminamos totalmente, mas logo logo encerraremos e entregaremos
5) Por fim: OLIMPÍADAS 2016 - RIO DE JANEIRO! Esperem e verão. Estarei lá como jornalista. É pra isso que estou estudando. E eu estarei lá! Vocês vão me ver ou ler meus textos e vão falar "Esse cara é foda, e eu conheço ele!" Lembrarei de todos vocês.
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A semana acabou
(finalmente).
6 de ago. de 2009
Sutilmente divulgando...
A banda mineira Skank está divulgando em peso sua nova música Sutilmente no Youtube. Primeiro, a música já está tocando nas principais rádios do país a algum tempo. Recentemente foi lançado o clipe da música, baseado em uma ideia simples, mas incrivelmente fantástica. A produção ficou realmente boa. Veja:
Ao mesmo tempo em que o videoclipe foi divulgado, também foi colocado no YouTube o Making of de Sutilmente, o qual mostra toda a produção do vídeo, assim como as pessoas que fizeram, de alguma forma, parte do clipe.
Por fim, se você quer tocar a música, nada de ficar procurando cifras e mais cifras na internet! O próprio Samuel Rosa, vocalista e guitarrista da banda, ensina no YouTube como tocar Sutilmente, além de dar algumas dicas. Se você toca violão, assista! Se não toca, assista do mesmo jeito, vale a pena.
É o poder de divulgação do YouTube! Flwwww.
Ao mesmo tempo em que o videoclipe foi divulgado, também foi colocado no YouTube o Making of de Sutilmente, o qual mostra toda a produção do vídeo, assim como as pessoas que fizeram, de alguma forma, parte do clipe.
Por fim, se você quer tocar a música, nada de ficar procurando cifras e mais cifras na internet! O próprio Samuel Rosa, vocalista e guitarrista da banda, ensina no YouTube como tocar Sutilmente, além de dar algumas dicas. Se você toca violão, assista! Se não toca, assista do mesmo jeito, vale a pena.
É o poder de divulgação do YouTube! Flwwww.
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